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Não ao uso de Títulos Religiosos (Apostolo (Ap), Bispo (Bisp), Pastor (Pr), etc.) por candidatos nas Eleições
Para: Congresso Nacional do Brasil, Tribunal Superior Eleitoral
A utilização dos títulos religiosos por parte dos candidatos nas eleições é imoral do ponto de vista da moralidade dos grupos religiosos. A distinção entre as responsabilidades e as incumbências morais destes cargos são opostas. A moral do homem religioso é diferente da moral do homem comum ou, nesse caso, do homem político.
Muitos políticos tem se utilizado dos títulos religiosos para enganar as pessoas de bem, que não possuem tanta instrução, pessoas que levam em alta estima os títulos da pessoa religiosa e não do candidato em si.
É imoral a utilização dos títulos religiosos por candidatos nas eleições, uma vez que há mudança de ofício do indivíduo, há mudança de responsabilidades.
No mau uso das atribuições do homem político o peso de julgamento sempre cai sobre o homem religioso e os grupos religiosos acabam sendo julgados e não o homem político.
É preciso distinguir, separar o homem político do homem religioso, pois uma vez que o homem político pratica a maldade como: roubo, desvio, corrupções passivas e ativas; é o homem religioso que é julgado e, por conseguinte, a sua classe religiosa. Essa situação ofende aqueles que estão nos seus ofícios reais de cunho religioso e todos os seguidores da religião que defendem os seus princípios.
Política e religião não são o mesmo e devem ser vistos como dois temas diferentes em nossa sociedade.
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