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PT forte, com iniciativa e combativo para lutar por LULA LIVRE, pela Democracia e pelos direitos sociais. Manifesto do Movimento PT Bahia / Fevereiro de 2019

Para: Petistas e simpatizantes do PT, militantes dos movimentos sociais

PT forte, com iniciativa e combativo para lutar por LULA LIVRE,
pela Democracia e pelos direitos sociais.
Manifesto do Movimento PT Bahia / Fevereiro de 2019

Aos companheiros petistas militantes, dos movimentos sociais, das direções partidárias estadual e municipais na Bahia
Na Bahia
Queremos convidar os militantes e simpatizantes do PT, membros de direções partidárias, militantes de movimentos sociais que sempre construíram a transformação da Sociedade brasileira com os governos Lula e Dilma e os governos Wagner e Rui na Bahia, a se integrar no debate sobre nossos rumos. Vamos criar um movimento na Bahia para fortalecer o partido com uma nova perspectiva, um movimento para encontrar novas formulações e fortalecermos o nosso projeto de inclusão social, participação e democracia e de luta pela liberdade de Lula! Defendemos na Bahia, dentre outras coisas:
1) Luta por Lula Livre
Decretada em abril de 2018 e prestes a completar um ano de sua efetivação, a prisão de Lula se confirma como o maior golpe sofrido por nossa frágil democracia. Lula simboliza a luta do povo brasileiro contra a ditadura, pelos direitos dos trabalhadores e contra as desigualdades. A violência de sua injusta prisão abre caminho para tempos sombrios, onde os direitos constitucionais se submetem a interesses contrários aos da nação.
O Partido dos Trabalhadores no Estado deve prioritariamente:
• Integrar-se às atividades nacionais e internacionais que denunciam a ilegalidade da prisão política de Lula;
• Criar atividades com a finalidade de sensibilizar a população baiana a se somar à defesa da nossa maior liderança.

2) Acumular força política. Devemos ter uma estratégia de acúmulo de forças como única saída para resistir e derrotar o golpe. Devemos ter candidatura própria do PT em Salvador e no máximo de prefeituras na Bahia, assim como lançar chapas amplas de vereadores em todos os municípios em 2020;

3) Construir a sucessão de 2022 com a liderança do PT, e não abrir mão a priori de termos uma candidatura a governador. Se temos um projeto de transformação da Sociedade, precisamos criar as condições políticas, institucionais e organizativas dos movimentos e dos partidos para disputar esse projeto, e por isso precisamos acumular força desde já;

4) Fortalecer o PT. Devemos fazer um esforço para renovar e fortalecer nossos diretórios municipais e estadual, assim como formalizar a criação dos novos diretórios municipais onde não houver, tendo sempre como princípio a paridade não apenas numérica mas a garantia nas decisões para fortalecer o empoderamento das mulheres, segmentos étnicos, raciais e geracionais, LGBTQIs. O nosso partido deve ser um instrumento de mudança da Sociedade rumo a uma construção do Socialismo, um instrumento de disputa de hegemonia e não somente para a disputa em processos eleitorais (eleições);

5) Organizar e intensificar a formação política e o planejamento do PT nos municípios. E nos colocamos à disposição para ajudar nesse esforço;

6) Aprofundar a Democracia interna. Nossa concepção de partido vai no sentido da defesa e do aprofundamento da Democracia interna, dando voz e capacidade de decisão aos militantes partidários e dos segmentos que se sentem representados pelo nosso projeto. Nossas decisões devem ser fruto de um debate nas bases amplo, e não de decisões de poucos;

7) Posicionar-se frente às políticas públicas. O PT deve ser mais proativo e propositivo na análise das políticas públicas. O partido pode e deve analisar as políticas públicas, tanto federais, onde somos oposição, para fazer um combate acirrado e duro ao governo Bolsonaro; como as políticas estaduais, onde somos governo e o defendemos, mas podemos propor mudanças, fazer considerações inclusive para melhorar nossa gestão. O PT deve ter esse papel.


No Brasil
Nacionalmente um espectro ronda o PT desde o ano de 2018, nos meios de comunicação corporativos e nos discursos conservadores na Sociedade, acompanhado sempre do autoritarismo fascista que tenta se impor com a destruição de todos os direitos sociais, democráticos e da soberania nacional.
Trata-se do espectro da cobrança para que o PT faça uma “autocrítica”. Evidentemente que os entreguistas e neoliberais querem uma autocrítica, que jamais será feita de nossa parte, negando os aspectos positivos de nossos governos, de promoção da cidadania, da inclusão social de 36 milhões de pessoas, de criação de 22 milhões de postos de trabalho de carteira assinada, de criação de 18 novas universidades federais e de mais de 500 campi de Institutos Federais de Educação.
Os golpistas ainda querem que concordemos com a farsa da Lava Jato, que já demonstrou sua parcialidade e hipocrisia ao entrar no governo Bolsonaro depois de ter feito campanha para a mesmo. Lava Jato que hoje só tem o objetivo de esconder os malfeitos da família Bolsonaro no acúmulo de patrimônio por corrupção e nas suas ligações umbilicais com o crime organizado das milícias.
Mas nós entendemos que devemos fazer autocrática mesmo, mas sobre outros pontos. Vejam como nossa autocrítica será importante:
1) Não fizemos as reformas estruturais quando era mais viável fazê-las. A reforma tributária, a reforma política, a reforma no campo da Comunicação, a reforma agrária completa e profunda, a reforma do judiciário para democratizá-lo, dentre outras. Essas reformas não seriam fáceis de fazer, pois a resistência dos setores dominantes seria muito grande, mas poderíamos ter tentado em momentos mais favoráveis de correlação de forças;
2) Incorremos na ingenuidade do “Republicanismo”, fomos republicanos com quem não é e nunca foi republicano: a mídia monopolista, parcelas do judiciário que sempre foram o reduto e o reflexo das elites mais atrasadas e antigas do escravismo nacional, os serviços de inteligência, parcela das forças armadas e dos aparatos de segurança, ainda sob controle dos que estavam no poder na época da ditadura de 1964-1985, corporações conservadoras que se pautavam apenas por interesses próprios e pelas disputa de poder para seus agrupamentos, como o partes do MP e da PF. Permitimos que esses grupos acumulassem força para nos derrubar numa ruptura da Constituição com o impeachment de Dilma em 2016 e com a prisão de Lula em 2018;
3) Outra ingenuidade foi de acreditar que o jogo da disputa geopolítica internacional não resultaria num esforço de desestabilização institucional de nosso país. Estávamos construindo uma nova arquitetura internacional pelos BRICS, inaceitável para os EUA, tanto é que este ajudou e financiou as diferentes fases do golpe no Brasil até aqui, da mesma forma que agora prepara a invasão da Venezuela com o apoio do governo proto fascista;
4) A terceira ingenuidade é que acreditamos que bastava fazer políticas sociais benéficas para a maioria da população pois isso nos manteria conectados com os interesses e afinados politicamente com essas maiorias sociais. Não investimos na organização dos movimentos sociais ou não os fortalecemos o suficiente com aqueles que foram beneficiados pelas políticas de Educação, de Assistência Social, de habitação, do Luz para Todos, da agricultura familiar, dos microempreendedores. Precisamos investir mais na organização desses setores e de outros setores hoje “desorganizados”, como os caminhoneiros, as populações das periferias das grandes cidades, as juventudes, ao mesmo tempo em que devemos apoiar os movimentos negros, de mulheres e LGBTQI, importantíssimos na luta social pela superação do governo antinacional protofascista e do próprio Capitalismo.
Se você concorda com essas avaliações iniciais e quer contribuir para esse debate, para o fortalecimento do partido e dos movimentos sociais, para a resistência e a luta contra o governo Bolsonaro e seu projeto de destruição dos direitos sociais, da Democracia e da nação brasileira, te convidamos a participar de nossos encontros, cursos de formação, reuniões de planejamento e atividades.
Assinam:
1. Alexandre David de Assis(PT Itabuna, professor)
2. Ana Angélica Almeida Lima Santana ( PT Juazeiro)
3. Anderson Rios Fontes ( PT Salvador, professor da Educação Básica)
4. Antônio Edgard (PT Salvador, setorial de Educação)
5. Antonio Edgard dos Santos Neto (PT Bahia)
6. Antônio Lobo (PT Salvador, professor UFBA)
7. Armando Santana(PT Salvador, movimento do Bairro da Paz)
8. Augusto Desterro (PT Salvador, advogado)
9. Ayala de Sousa (PT Bahia, professora da rede federal)
10. Beto Argolo (PT Lauro de Freitas, militante movimento sindical)
11. Carlos Lomanto Cordeiro do Nascimento (PT Salvador, servidor da UFBA, movimento de bairro)
12. Célia Regina Carvalho (PT Juazeiro, publicitária)
13. Cláudia Cristina Pinto Santos (PT Bahia)
14. Cláudia Miranda (PT Salvador, professora UFBA)
15. Daiane Luz Silva (PT Salvador, servidora da UFBA)
16. Deise Matozinhos Passos (PT Bahia)
17. Denise dos Santos (PT Salvador, movimento cultural educacional e de bairro)
18. Eglantina Alonso Braz(PT Salvador, servidora da UFBA)
19. Elder Verçosa ( PT Salvador, advogado)
20. Ernanieden S da Silva(PT Bahia)
21. Felipe dos Santos Barbosa (PT Salvador, movimento cultural educacional e de bairro)
22. Flamber Araújo Pinheiro (PT Juazeiro)
23. Flávio José Barbosa (PT Salvador, professor)
24. Flávio José Barbosa(PT Salvador, professor)
25. Flávio Luiz Pinheiro Mendes(PT Salvador)
26. Francilene Martins(PT Salvador)
27. Francisco dos Santos (PT Salvador, movimento cultural educacional e de bairro)
28. Genys Cesar Silva (PT Bahia)
29. Graça Maria Dias Brito (PT Salvador)
30. Hebe Alves (PT Salvador, professora de Teatro)
31. Helvécio Rufino (PT UNA)
32. Humberto Carneiro de Oliveira(PT Salvador, professor)
33. Ivan Hens (PT UNA)
34. Jailson Alves(PT Salvador, professor)
35. Jonilson Gonçalves Pinto (PT de Ouriçangas)
36. José Ailton Pinto (PT de Ouriçangas)
37. José Hamilton Vicente de Oliveira (PT Salvador)
38. José Jivaldo Oliveira de Jesus (PT Serrinha, professor)
39. Josimeire Araújo Pinheiro (PT Juazeiro)
40. Júlio César Gonçalves Rocha(PT Salvador, servidor da UFBA)
41. Leopoldino Martins (PT Bahia, Itabuna, professora)
42. Lucas Matos dos Santos(PT Salvador, estudante)
43. Luciana dos Anjos Matos (PT Salvador, professora em Mata de São João)
44. Luciana Mandelli (PT Salvador, direção estadual)
45. Luciano Melo (PT Salvador, professor)
46. Luciene da Cruz Fernandes (PT Salvador, professora da UFBA)
47. Luciene Oliveira Lima (PT Salvador, professora da rede estadual)
48. Madalena Noronha (PT Salvador, professora)
49. Mara Moraes (PT Salvador, professora)
50. Marcele Barbosa Ferreira (PT Salvador, movimento cultural educacional e de bairro)
51. Márcia Conrado (PT Salvador, professora universitária)
52. Maria dos Milagres Pinto e Silva (PT Salvador, professora Camaçari)
53. Mariene Martins Maciel (PT Salvador, jornalista)
54. Melchisetec Melitino(PT Salvador, movimento sindical)
55. Milca Maria Nunes(PT Bahia)
56. Miralva Moitinho Sousa (PT Bahia)
57. Nina Rosa Germano(PT Itabuna, professora)
58. Norma Gonzaga de Matos
59. Norma Matos (PT Salvador, professora da rede estadual)
60. Paloma Vanderlei(PT Salvador, professora)
61. Patrícia Oliveira(PT Camaçari, professora)
62. Paulo Mota(PT Salvador, direção municipal)
63. Penildon Silva Filho(PT Salvador, professor UFBA)
64. Professora Nílza Barbosa(PT Salvador, professora)
65. Raimunda Mendes Vieira Ramos Lula livre já!!! Remover
66. Raquel Nery Lima Bezerra (PT Salvador, UFBA, Militante do movimento sindical)
67. Reinaldo Moura (PT Salvador, militante do movimento popular e das pessoas com deficiência)
68. Ricardo Hage(PT Salvador, movimento sindical)
69. Roberval Bomfim Almeida (PT Salvador)
70. Sérgio Aguiar (PT UNA)
71. Sílvia Lúcia Ferreira (PT Salvador, professora UFBA)
72. Tadeu Verssuloti (PT UNA)
73. Tadeu Versulotti (PT Bahia)
74. Tancredo Magalhães Santos Júnior (PT Bahia)
75. Tarcísio Antônio Di Nardi (PT Salvador)
76. Tatiana Mendes Sena (PT Salvador, professora)
77. Tatiana Vanderlei (PT Salvador, socióloga, servidora da FLEM)
78. Vanessa di Nardi(PT Salvador, professora)
79. Vera Lúcia Ferreira (PT Salvador, movimento cultural educacional e de bairro)
80. Vera Márcia Lopes Santos (PT Lauro de Freitas, professora)
81. Verônica Ribeiro dos Santos (PT Salvador, movimento cultural educacional e de bairro)
82. Viviane dos Santos Barbosa (PT Salvador, movimento cultural educacional e de bairro)
83. Yara Lúcia Santos Conceição (PT Valença, professora da rede estadual em Valença)

E-mail de contato: pt.de.luta@gmail.com
Facebook: https://www.facebook.com/PTdeLuta/
ZAP: PT de LUTA/mpt/ (peça para podermos adicioná-lo)


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