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Jorge Alberto Barouch
"Situação desconhecida de todos, dos que mandam e dos que obedecem. Necessário encontrar um meio de se discutir, em época de calamitosa pandemia, um maneira para que não haja um colapso no judiciário, sendo por consequência os advogados, realmente aqueles que sobrevivem, digo sobrevivem dos frutos de seus honorários. Os processos já se arrastavam, agora então!?!?! Nem se fale! Juízes indeferindo tudo! A criação de cubículos vitrificados para cada parte, juiz , promotor, advogado, autor, advogado , réu. Enfim, uma sala, com saletas de vidro, devidamente equipadas com condições de presença e comunicação, poderia ajudar na realização das audiências imprescindíveis, custo da justiça e não do advogado. O processo eletrônico chegou já a tempo, e, o que se puder resolver através de outros meios eletrônicos, possíveis a todos, pôde-se aproveitar e pode ser efetivado. Não se deve é sacrificar o lado já fraco da relação, deve- se pensar e encontrar soluções que sejam boas ou sacrificantes para todos, sendo esta a razão , porque assino, firme no princípio da isonomia das partes nessa relação discutida."
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