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Suélen Martins Oliveira
"CERTO, com tudo que passamos e enfrentamos, não tínhamos outra opção, precisamos trabalhar, amamos o que fazemos! Mas amamos também nossa família e sentimos insegurança e medo do desconhecido. Foi muito difícil! Fomos o profissional sem escolha, sem quarentena, fomos a linha de frente e pior não temos nem sindicato que lute pelo nossos direitos, somos os menos reconhecido, muitos de nós quando adoece não temos direito de nada, não temos quem lute por nós e o pior ganhamos muito pouco pelo que fazemos e temos ainda que pagar para termos o direito de trabalhar? Isso não é justo! Além de tudo somos muito cobrados. "
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