Buscar assegurar a devida qualidade em todos os processos que envolvem os exames coletados, triados, processados, interpretados e liberados por equipamentos de testes laboratoriais remotos, os chamados "testes rápidos", visando em última análise, a prestação de serviços diagnósticos com qualidade para a população brasileira. Especificamente nos referimos, sobretudo, aos testes laboratoriais remotos com "análise clínica" realizada por telemedicina (HI LAB - Hi Technologies).
Ações propostas:
1. Formação de uma comissão auditora composta por:
02 auditores do Sistema Nacional de Acreditação (DICQ)
02 auditores do Programa de Acreditação de Laboratórios Clínicos (PALC)
02 auditores Inmetro (ISO 15.189)
02 auditores nomeados pela ANVISA
Esta comissão terá por objetivo analisar criticamente e confrontando com os requisitos das normas vigentes das Boas Práticas Laboratoriais (RDC 302, RDC 50, etc) dos processos do Pré-analítico, analítico e pós-analítico, utilizando o equipamento HILAB - HI Technologies nos projetos pilotos já em andamento.
2. Análise crítica dos dados da auditoria e réplica na mídia, se necessário.
3. Solicitar da ANVISA os critérios de aceitação e validação? dos testes, do equipamento e do laboratório central HILAB - Hi Technologies.
4. Solicitar AÇÕES das entidades e? conselhos afins supracitados.
5. Solicitar que as autoridades fiscalizadoras (ANVISA e Conselhos) usem dos mesmos critérios e apliquem as mesmas leis e requisitos de normas afins ao setor laboratorial, para quem realize testes laboratoriais remotos.
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